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	<title>Direito Eleitoral &#8211; Perdiz de Jesus Advogados</title>
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	<description>Ética, dedicação e excelência são os pilares de nossa atuação para uma advocacia ágil.</description>
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	<title>Direito Eleitoral &#8211; Perdiz de Jesus Advogados</title>
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		<title>Eleições 2020: Como fazer propaganda eleitoral na internet?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[perdiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2020]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda eleitoral]]></category>
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					<description><![CDATA[Você acha que redes sociais e propaganda política combinam? Talvez você não saiba, mas desde outubro de 2017 a propaganda eleitoral na internet é autorizada pela legislação brasileira. As novidades já foram aplicadas na última eleição de 2018, mas agora, em 2020, a tendência é que elas serão vistas com ainda mais força.  Mas, de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Você acha que </span><b>redes sociais e propaganda política combinam</b><span style="font-weight: 400;">?</span> <span style="font-weight: 400;">Talvez você não saiba, mas </span><b>desde outubro de 2017 a propaganda eleitoral na </b><b><i>internet</i></b><b> é autorizada pela legislação </b><span style="font-weight: 400;">brasileira. As novidades já foram aplicadas na última eleição de 2018, mas agora, em 2020, a tendência é que elas </span><b>serão vistas com ainda mais força. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas,</span><b> de que maneira ela pode ser feita</b><span style="font-weight: 400;">? Quais são as suas </span><b>regras e proibições</b><span style="font-weight: 400;">? De que forma é feito o </span><b>controle pela Justiça Eleitoral</b><span style="font-weight: 400;">? Como as </span><b>mídias sociais </b><span style="font-weight: 400;">podem ser usadas para a propaganda política?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas e outras perguntas serão abordadas neste conteúdo especial sobre </span><b>como fazer propaganda eleitoral na internet em 2020</b><span style="font-weight: 400;">, conforme será visto a seguir.</span></p>
<h2><b></b><b>As eleições em 2020</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>pandemia</b><span style="font-weight: 400;"> causada pela COVID-19 no ano de 2020 </span><b>acelerou o processo de transformação digital</b><span style="font-weight: 400;"> a nível mundial. A nova realidade nos </span><b>forçou à uma adaptação na forma de trabalhar, de comunicar e até mesmo de se divertir</b><span style="font-weight: 400;">. Não seria de se surpreender que essa mudança também alcançasse as </span><b>eleições municipais previstas para este ano</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>propaganda eleitoral na </b><b><i>internet</i></b><b> no Brasil é permitida desde outubro de 2017, </b><span style="font-weight: 400;">quando foi sancionada a</span><b> Lei n</b><b>º 13.488/17</b><span style="font-weight: 400;">, que alterou a Lei nº 9.504/97, tendo em vista o </span><b>cenário de favorecimento do meio digital</b> <span style="font-weight: 400;">como principal fonte de comunicação e informação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você participaria de um grande </span><b>comício ocorrendo hoje, durante a pandemia</b><span style="font-weight: 400;">, na sua cidade? Ainda estamos em período de necessário </span><b>isolamento social,</b><span style="font-weight: 400;"> de modo que esse tipo de reunião, apesar de não estar proibida pela Justiça Eleitoral, é desejável que se evite, devido ao </span><b>aglomeramento de pessoas.</b><span style="font-weight: 400;"> Neste sentido, a </span><b>campanha eleitoral na </b><b><i>internet</i></b><b> se mostra como uma aliada para os candidatos</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<h2><b>Regras para propaganda eleitoral na Internet</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É verdade que as eleições de 2018, em que as novas regras para o uso da internet já estavam valendo, trouxe à tona uma</span><b> grande discussão quanto à utilização de redes sociais para a propaganda política.</b><span style="font-weight: 400;"> Inclusive, ocorreu a </span><b>popularização do termo </b><b><i>fake news</i></b><span style="font-weight: 400;">, que é a propagação de notícias falsas, elaboradas com dolo e que gerem dano a alguém.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, para que a propaganda eleitoral na </span><i><span style="font-weight: 400;">internet</span></i><span style="font-weight: 400;"> possa ocorrer dentro da legalidade, alguns </span><b>requisitos deverão ser observados pelos partidos políticos</b><span style="font-weight: 400;">, coligações e candidatos, a fim de </span><b>manter a ética e a finalidade do interesse público durante o período eleitoral.</b></p>
<h3><b>O que pode?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Tendo em vista que as eleições consistem no </span><b>exercício da democracia</b><span style="font-weight: 400;">, o período de campanha deve seguir os mesmos </span><b>princípios que a regem, visando à probidade,  moralidade pública e a equidade de oportunidades entre os candidatos. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, as propagandas deverão ser feitas de maneira </span><b>clara e objetiva</b><span style="font-weight: 400;">, apresentando</span><b> os nomes do titular da chapa e de seu vice, partido político e eventual coligação.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que a propaganda eleitoral na internet esteja dentro da legalidade, é necessário observar</span><b> os seguintes pontos:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os candidatos podem realizar </span><i><span style="font-weight: 400;">lives online</span></i><span style="font-weight: 400;">, mas sem a presença de artistas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">É permitida a campanha na </span><i><span style="font-weight: 400;">internet </span></i><span style="font-weight: 400;">por meio de </span><i><span style="font-weight: 400;">blogs</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">sites, e-mails </span></i><span style="font-weight: 400;">e redes sociais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O impulsionamento pago de publicações nas mídias sociais é permitido, desde que  com o único objetivo de divulgar a campanha oficial do candidato</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Mensagens eletrônicas são permitidas, desde que para endereços previamente cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido político ou coligação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os eleitores podem manifestar seu posicionamento político e a escolha de seus candidatos nas redes sociais.</span></li>
</ul>
<h3><b>O que não pode?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, também existem proibições para a campanha eleitoral na internet. Por exemplo, o candidato </span><b>não pode abusar do poder econômico ou político que possua, ou usar indevidamente os meios de comunicação</b><span style="font-weight: 400;">. Essas práticas favorecem o desequilíbrio na disputa entre os candidatos, prejudicando o debate político.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é </span><b>proibido que a propaganda tenha conteúdo preconceituoso de qualquer origem</b><span style="font-weight: 400;">, que faça apologia à guerra ou qualquer outro tipo de subversão à ordem política, social ou ao regime democrático.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Igualmente, não pode haver propaganda que provoque animosidade entre as Forças Armadas ou contra elas, incitar atentados contra pessoas ou à desobediência civil ou motivando o desrespeito aos símbolos nacionais como, por exemplo, a bandeira do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, ficam proibidos os </span><b>seguintes pontos:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Propaganda paga, como publieditoriais, contratação de influenciadores para falar sobre o candidato, etc;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O impulsionamento de propaganda para difamar ou caluniar candidatos adversários;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Veicular a propaganda em sites de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos ou em portais oficiais/hospedados por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Disparo de mensagens em massa por aplicativos de mensagens, como o WhatsApp.</span></li>
</ul>
<h3><b>Novas regras para as campanhas eleitorais de 2020</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os pontos destacados acima, alguns merecem uma melhor explicação, devido à sua maior relevância para o tema, vejamos:</span></p>
<ul>
<li><b>Impulsionamento nas mídias sociais e outras plataformas<span style="font-weight: 400;">: </span></b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Este tipo de propaganda passa a ser permitido, </span><b>desde que utilizado com o único objetivo de impulsionar o alcance de publicações.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso quer dizer que o</span><b> conteúdo publicado oficialmente como propaganda eleitoral, pode ser impulsionado nas redes sociais</b><span style="font-weight: 400;">, como o Facebook e Instagram, através de pagamento, desde que este impulsionamento seja contratado diretamente com as plataformas de mídias sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra possibilidade de impulsionamento autorizada pela lei é o</span><b> pagamento feito a ferramentas de busca para ter prioridade nos resultados em grandes buscadores,</b><span style="font-weight: 400;"> como o Google, através de anúncios contratados no Google Ads.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a </span><b>compra de palavras-chave</b><span style="font-weight: 400;"> nos buscadores passa a ser permitida durante a campanha eleitoral, desde que respeitados os demais dispositivos legais. </span></p>
<ul>
<li><b>Controle pela Justiça Eleitoral</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Dada a rapidez com que as publicações se propagam na internet e o problema causado pelas </span><i><span style="font-weight: 400;">fake news,</span></i><span style="font-weight: 400;"> o </span><b>impulsionamento de conteúdo eleitoral fica apenas</b> <b>restrito às campanhas oficiais. </b><span style="font-weight: 400;">Ou seja, somente aquelas realizadas pelo partido político, coligação, candidatos e seus representantes e </span><b>não por apoiadores.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, busca-se um </span><b>maior controle da campanha</b><span style="font-weight: 400;"> no meio digital, de modo a buscar evitar o comprometimento do caráter democrático das eleições.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também, caso o partido, coligação ou candidato opte pelo impulsionamento do conteúdo, </span><b>deverá ficar claro ao eleitor de que se tratar um conteúdo pago</b><span style="font-weight: 400;">, como geralmente já acontece, pela utilização da palavra “Patrocinado” na publicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto aos custos, a nova redação da Lei passa a prever que</span><b> os valores contratados com o impulsionamento de conteúdos deve estar previsto nos gastos eleitorais</b><span style="font-weight: 400;">, sujeitos a registro, aos limites legais, bem como à declaração perante a Justiça Eleitoral sobre quais ferramentas receberam os recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente,</span><b> somente poderá ser contratado o serviço de impulsionamento junto a empresas com sede e foro no Brasil, ou com filial, sucursal, escritório, estabelecimento ou representante legalmente estabelecido no país.</b></p>
<ul>
<li><b>Proibição do uso de fakes news e robôs</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme abordado acima, quando a legislação brasileira passou a permitir a propaganda política na internet, </span><b>as fake news se disseminaram no Brasil, causando graves impactos no que diz respeito à credibilidade de informações e notícias.</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, a legislação visa coibir este tipo de prática pela </span><b>proibição de veiculação de conteúdos eleitorais por meio de cadastro em serviços online, com a intenção de evitar o uso falso de identidade.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra medida é a </span><b>restrição do impulsionamento destes conteúdos às ferramentas disponibilizadas pelos próprios provedores de aplicação diretamente contratados.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma, é </span><b>vedado o uso de outros dispositivos ou programas, ainda que gratuitos, tais como robôs, conhecidos por distorcer a repercussão da publicação.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por último, a Lei estabelece que o impulsionamento</span><b> somente pode ser utilizado com a finalidade de promoção ou benefício dos próprios candidatos ou suas agremiações, sendo vedada a desconstrução da candidatura de outros candidatos.</b></p>
<ul>
<li><b>Responsabilidade pelo conteúdo violador das regras</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter um maior controle sobre as campanhas eleitorais e evitarem multas, os seus responsáveis devem estar </span><b>atentos para a forma de comunicação com os provedores contratados. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto porque, caso haja o</span><b> descumprimento de alguma das regras, a responsabilidade recairá sobre o próprio responsável da campanha</b><span style="font-weight: 400;">, de modo</span><b> os provedores são responsáveis subsidiários</b><span style="font-weight: 400;">, ou seja, </span><b>somente serão condenados</b> <b>caso descumpram a determinação judicial </b><span style="font-weight: 400;">de remoção do conteúdo inadequado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, os valores da multa podem ir de R$ 5.000,00 a R$ 30.000,00, ou o dobro do valor despendido na infração, caso este supere o limite máximo da multa.</span></p>
<ul>
<li><b><b>Direito de resposta</b></b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso a propaganda opte por mencionar algum outro candidato e este se sinta no direito de resposta, a legislação eleitoral prevê que </span><b>a sua repercussão deve servir-se dos mesmos meios utilizados para divulgar o conteúdo infringente, inclusive, por meio de impulsionamento do conteúdo.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, quanto ao período de </span><b>suspensão de acesso ao conteúdo,</b><span style="font-weight: 400;"> o prazo passar a ser máximo 24 horas para que se  torne indisponível o conteúdo, a ser definido proporcionalmente à gravidade da infração cometida, conforme o caso, no âmbito e nos limites técnicos de cada aplicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ficou com dúvidas? Deixe seu comentário ou entre em contato conosco, será um prazer lhe orientar.</span></p>
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		<title>Propaganda Eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[perdiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 13:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Eleitoral]]></category>
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					<description><![CDATA[Melhores práticas, proibições e vedações Na atualidade, um tema que gera apreensão nos pré-candidatos são os limites da publicidade apta a ensejar a propaganda eleitoral antecipada. Ao disciplinar o tema, a lei eleitoral vincula a configuração da propaganda eleitoral antecipada, ao pedido explícito de voto, ao famoso “vote em mim” e expressões similares. Desse modo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Melhores práticas, proibições e vedações</h2>
<p>Na atualidade, um tema que gera apreensão nos pré-candidatos são os limites da publicidade apta a ensejar a propaganda eleitoral antecipada. Ao disciplinar o tema, a lei eleitoral vincula a configuração da propaganda eleitoral antecipada, ao pedido explícito de voto, ao famoso <em>“vote em mim” </em>e expressões similares.</p>
<p>Desse modo, antes do período eleitoral é possibilitado ao pré- candidato realizar a divulgação da sua futura candidatura, com exaltação da sua qualidade pessoal, participar de entrevistas, programas, encontros ou debates na rádio, na televisão e na internet, para expor suas plataformas e projetos políticos, posicionamento pessoal sobre questões políticas, divulgar atos parlamentares, etc&#8230;</p>
<blockquote><p><strong>A propaganda é permitida desde que não se faça pedido explicito de votos, utilize-se de meios expressaste proibidos em período eleitoral e que não quebre a isonomia dos candidatos.</strong></p></blockquote>
<p>Outra modalidade de propaganda permitida aos pré-candidatos, durante as prévias e na quinzena anterior à escolha em convenção, é a intrapartidária.</p>
<p>A propaganda intrapartidária deve ser destinada exclusivamente aos convencionais e tem a finalidade de promover a nome do pretenso candidato, inclusive mediante a afixação de faixas e cartazes em local próximo ao da convenção.</p>
<p><strong>Para realizar atos da campanha, durante a período eleitoral, necessito de autorização policial?</strong></p>
<p>Não há necessidade. O candidato para realizar atos de propaganda eleitoral, seja em recinto aberto ou fechado, não depende de licença da polícia.</p>
<p>Contudo, os candidatos devem comunicar à autoridade policial com, no mínimo, 24 (vinte e quatro) horas de antecedência ao ato de propaganda, com a finalidade que lhe seja garantido o direito de preferência para utilizar o local.</p>
<blockquote><p><strong>É vedada, na propaganda intrapartidária, a utilização da publicidade em rádio, televisão e outdoor.</strong></p></blockquote>
<h2>Propaganda durante o período eleitoral</h2>
<p>Os partidos políticos, poderão escrever na fachada de suas sedes e dependências o seu nome pela forma que melhor lhes parecer.</p>
<p>Já os candidatos, poderão escrever o seu nome e o número, e os partidos políticos e as coligações poderão fazer inscrever sua designação na sede do comitê central de campanha, em dimensões que não excedam a 4m² (quatro metros quadrados).</p>
<p>Nos demais comitês de campanha, a divulgação dos dados da candidatura deverá observar o limite de 0,5m² (meio metro quadrado).</p>
<h2>A propaganda terá  início  no dia 27 de setembro</h2>
<p><strong>COMO FUNCIONARÁ A UTILIZAÇÃO DOS ALTO-FALANTES, CARROS DE SOM, MINITRIOS E TRIOS ELÉTRICOS?</strong></p>
<p>No tocante aos alto-falantes ou amplificadores de som, a sua utilização é permitida até a véspera da eleição, entre às 8h e às 22h.</p>
<p>A lei eleitoral proíbe a instalação de alto-falantes ou amplificadores de som em distância inferior a 200m (duzentos metros):</p>
<ul>
<li>das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, das sedes dos tribunais judiciais, dos quartéis e de outros estabelecimentos militares;</li>
<li>dos hospitais e das casas de saúde;</li>
<li>das escolas, das bibliotecas públicas, das igrejas e dos teatros, quando em funcionamento.</li>
</ul>
<p>A propaganda eleitoral por meio de carro de som ou minitrio é permitida apenas em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões e comícios. A intensidade sonora dos dispositivos deve respeitar o limite de 80dB (oitenta decibéis).</p>
<p>Os trios elétricos em campanhas eleitorais, apenas são permitidos para a sonorização de comícios.</p>
<p><strong>A REALIZAÇÃO DE COMÍCIOS COM O SUPORTE DO </strong><strong>TRIO ELÉTRICO É PERMITIDA NO HORÁRIO </strong><strong>COMPREENDIDO ENTRE AS 8H E ÀS 24H.</strong></p>
<p><strong>JÁ</strong> <strong>O COMÍCIO DE ENCERRAMENTO DA CAMPANHA </strong><strong>PODERÁ</strong> <strong>SER</strong> <strong>PRORROGADO</strong> <strong>POR</strong> <strong>MAIS</strong> <strong>2 HORAS.</strong></p>
<p><strong>É EXPRESSAMENTE PROIBIDO A REALIZAÇÃO DE SHOWMÍCIO OU QUALQUER TIPO DE EVENTO QUE TENHA A INTENÇÃO DE PROMOVER DE CANDIDATOS COM APRESENTAÇÃO, REMUNERADA OU NÃO, DE ARTISTAS COM A FINALIDADE DE ANIMAR O EVENTO.</strong></p>
<h2>É sempre válido lembrar</h2>
<p>Durante a campanha eleitoral é proibido aos candidatos:</p>
<ul>
<li>A confecção, utilização, distribuição de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor, sob pena de configuração de captação ilícita de sufrágio ou até abuso de poder.</li>
<li> Do mesmo modo, é vedado propaganda eleitoral por pichação, inscrição à tinta e exposição de placas, estandartes, faixas, cavaletes, bonecos e assemelhados.</li>
<li> Fica proibida a pintura em muros, cercas e tapumes divisórios, mesmo que não lhes cause dano e ainda que o tamanho da propaganda obedeça ao limite estabelecido.</li>
<li> Outro ponto de destaque é a proibição de utilização de outdoor, eletrônico ou não.</li>
<li> Proibida, igualmente, a colocação de equipamentos publicitários ou conjuntos de peças de propaganda que, colocados lado a lado, se assemelhem ou causem efeito visual de outdoor, independente do local.</li>
</ul>
<p><strong>MAS O QUE É PERMITIDO?</strong></p>
<ul>
<li>É permitido a veiculação de material de propaganda eleitoral por bandeiras ao longo de vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos.</li>
<li>Colocar mesas em vias públicas para distribuição de material de campanha ao longo das vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento da circulação de pessoas.</li>
<li>Fixar adesivo plástico em automóveis, caminhões, bicicletas, motocicletas e janelas residenciais. Destaca-se, desde que não exceda a 0,5m² (meio metro quadrado), desde que espontânea e gratuita.</li>
<li>A justaposição de propaganda cuja dimensão exceda a 0,5m² (meio metro quadrado) é caracteriza publicidade irregular</li>
<li>Colar adesivos micro-perfurados até a extensão total do para-brisa traseiro. Nas outras partes do veículo, os adesivos não podem exceder a 0,5m² (meio metro quadrado).</li>
</ul>
<blockquote><p><strong>TODO MATERIAL IMPRESSO DE CAMPANHA ELEITORAL DEVERÁ CONTER O NÚMERO DE INSCRIÇÃO NO CNPJ OU O NÚMERO DE INSCRIÇÃO NO CPF DO RESPONSÁVEL PELA CONFECÇÃO, BOM COMO DE QUEM A CONTRATOU, E A RESPECTIVA TIRAGEM.</strong></p></blockquote>
<p><strong>A PROPAGANDA ELEITORAL PODE SER REALIZADA ATÉ QUANDO?</strong></p>
<p>É permitida a distribuição de material gráfico, caminhada, carreata ou passeata, utilizando ou não carro de som ou minitrio até às 22h do dia que antecede o dia da eleição.</p>
<p><strong><em>Atenção</em></strong>: <strong>O derrame ou a anuência com o derrame de material de propaganda no local de votação ou nas vias próximas, ainda que realizado na véspera da eleição, configura propaganda irregular.</strong></p>
<p>A proibição não se aplica à propaganda eleitoral veiculada gratuitamente na Internet ou em outros meios eletrônicos de comunicação do candidato, ou no sítio do partido ou da coligação, desde que não haja a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos nas aplicações de internet, ou seja, apenas podem ser mantidos os conteúdos já publicados anteriormente.</p>
<p>No dia das eleições, é possibilitado ao eleitor realizar manifestação individual e silenciosa de apoio a um candidato, partido político ou coligação.</p>
<p>A manifestação poderá ser realizada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos, adesivos e camisetas.</p>
<p>Proibidas, no dia da eleição, a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna (distribuição de santinhos) e a divulgação de qualquer tipo de propaganda de partidos ou de seus candidatos.</p>
<p><strong><em>Atenção: </em></strong><strong>Os fiscais partidários, que </strong><strong>irão trabalhar no dia da votação, só poderão utilizar crachás com as informações do seu nome e a sigla do partido político ou da coligação a qual representam. É proibido a padronização do vestuário.</strong></p>
<h2>Propaganda eleitoral na internet</h2>
<p>A propaganda eleitoral na Internet passa a ser permitida durante o período eleitoral quando for utilizada com o objetivo de impulsionar o alcance de publicações nas mídias. O serviço de impulsionamento deve ser contratado exclusivamente por partidos, coligações, candidatos ou seus representantes.</p>
<p><strong>COMO DEVE </strong><strong>SER </strong><strong>REALIZADA </strong><strong>A CONTRATAÇÃO DO SERVIÇO DE IMPULSIONAMENTO?</strong></p>
<p>Os candidatos, partidos ou coligação devem realizar a contratação do serviço de impulsionamento diretamente da ferramenta responsável pelo serviço, cujo provedor deve ter sede e foro no Brasil, ou com filial, sucursal, escritório, estabelecimento ou representante legalmente estabelecido no país, como em outros casos referentes a marketing político on-line.</p>
<p>Isso quer dizer que o conteúdo publicado oficialmente como propaganda eleitoral, pode ser impulsionado, como no caso do Twitter, Facebook e Instagram, através de pagamento e o serviço seja contratado diretamente junto às plataformas de mídias sociais.</p>
<p><strong><em>Atenção: </em></strong><strong>Além das formas tradicionais de impulsionamento de conteúdos nas mídias sociais, a contratação de ferramentas de busca para ter prioridade nos resultados, como por exemplo a compra de palavras-chave nos buscadores, também é permitida.</strong></p>
<p>Essa modalidade de impulsionamento permite aos candidatos, partidos ou coligações, garantir posições de destaque nas páginas de respostas dos grandes buscadores, como o Google, através de anúncios contratados no Google Ads.</p>
<p>A lei eleitoral determina ainda que o serviço de impulsionamento só pode ser realizado para beneficiar candidatos e suas agremiações, ou seja, o impulsionamento não pode ser realizado para criticar outros candidatos, partidos ou coligações.</p>
<p><strong>Atenção: É proibido a utilização de outros dispositivos ou programas, como por exemplo robôs, perfis falsos e páginas ligadas a empresas e entidades públicas.</strong></p>
<p>Os candidatos, partidos ou coligação deverão informar à Justiça Eleitoral, na prestação de contas de campanha, quais ferramentas receberam recursos para impulsionamento de campanhas eleitorais na Internet.</p>
<blockquote><p><strong>A PRÁTICA DE IMPULSIONAMENTO DE CONTEÚDOS DEVE FICAR CLARA AO ELEITOR, SENDO OBRIGATÓRIO, ÀS PLATAFORMAS DE MÍDIAS SOCIAIS, ACRESCENTAR A PALAVRA &#8220;PATROCINADO&#8221; À PUBLICAÇÃO.</strong></p></blockquote>
<h2>Condutas vedadas aos  agentes  públicos  em  campanha eleitoral</h2>
<p>A lei eleitoral, com a finalidade de preservar a igualdade de oportunidades entre candidatos, proíbe os agentes públicos, servidores ou não, algumas condutas em ano eleitoral. Dentre algumas, destacamos:</p>
<ul>
<li>ceder ou usar, em benefício de candidato, de partido político ou de coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, ressalvada a realização de convenção partidária;</li>
<li>usar materiais ou serviços, custeados pelos governos ou casas legislativas, que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e nas normas dos órgãos que integram;</li>
<li>ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços para comitês de campanha eleitoral de candidato, de partido político ou de coligação durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou o empregado estiver licenciado;</li>
<li>realizar, no primeiro semestre do ano da eleição, despesas com publicidade dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta que excedam a média dos gastos no primeiro semestre dos 3 (três) últimos anos que antecedem o pleito;</li>
<li>nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, nos 3 (três) meses que antecedem a eleição até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvadas:</li>
</ul>
<p>a) a nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança;<br />
b) a nomeação para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos tribunais ou conselhos de contas e dos órgãos da Presidência da República;<br />
c) a nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do Chefe do Poder Executivo;<br />
d) a nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até o início daquele prazo;<br />
e) a transferência ou a remoção ex officio de militares, de policiais civis e de agentes penitenciários;</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>A proibição para promover atos nos 3 (três) meses que antecedem a eleição até a sua realização:</p>
<p>a) realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios, e dos Estados aos Municípios, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para a execução de obra ou serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública;<br />
b) com exceção da propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado, autorizar publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral;<br />
c) fazer pronunciamento em cadeia de rádio e de televisão fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo;</p>
<blockquote><p><strong>NO ANO DAS ELEIÇÕES, FICA PROIBIDA A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE BENS, VALORES OU BENEFÍCIOS POR PARTE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, EXCETO NOS CASOS DE CALAMIDADE PÚBLICA, DE ESTADO DE EMERGÊNCIA OU PROGRAMAS SOCIAIS AUTORIZADOS EM LEI E JÁ EM EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA NO EXERCÍCIO ANTERIOR.</strong></p></blockquote>
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